O comportamento em processos seletivos influencia decisões muito além do currículo, da experiência ou da formação técnica.
Cada vez mais, empresas avaliam atitudes, postura e coerência ao longo das etapas do processo, observando como o candidato se comunica, reage e se posiciona diante das situações.
O comportamento começa antes da entrevista
Desde o primeiro contato, alguns comportamentos já são observados, como:
- clareza e objetividade na comunicação
- respeito a horários e orientações
- atenção às informações compartilhadas
- postura ao tirar dúvidas
Esses sinais ajudam o recrutador a entender como o candidato tende a se comportar no ambiente de trabalho.
Comportamento em processos seletivos: atitudes que ajudam o candidato
O comportamento em processos seletivos se manifesta em atitudes simples, mas decisivas, ao longo das etapas. Alguns comportamentos costumam contribuir positivamente, como:
- responsabilidade com prazos e retornos
- escuta ativa durante entrevistas
- postura transparente ao falar de experiências
- abertura para feedbacks
- coerência entre discurso e atitude
Esses fatores não garantem a vaga, mas aumentam a confiança na escolha.
Comportamentos que costumam atrapalhar
Por outro lado, algumas atitudes podem comprometer a avaliação, como:
- atrasos frequentes ou falta de retorno
- respostas evasivas ou contraditórias
- desinteresse aparente pelo processo
- dificuldade em assumir erros
- postura defensiva diante de questionamentos
Mesmo que não sejam intencionais, esses comportamentos impactam a decisão final.
Consciência comportamental faz diferença
Ter consciência sobre o próprio comportamento permite ajustes importantes. Processos seletivos também são oportunidades de aprendizado, não apenas de aprovação ou reprovação.
Refletir sobre atitudes ajuda o candidato a evoluir e a se posicionar melhor em futuras oportunidades.





